sábado, 18 de dezembro de 2010
Valentine.
Desta vez digo sim. Vou arriscar todas as minhas fichas, mas tem uma diferença: se eu nao conseguir o que eu quero, desta vez vou sair ganhando de todo o jeito.
Posso sair com um coração partido, mas se eu não apostar não ganho.
Sinto que desta vez tudo é real, minha visão não é mais embaçada, agora tudo é claro e os maiores aborrecimentos são menores do que qualquer coisa.
Há dois meses, achava que não precisasse de ninguém, que só eu bastava. Que a tristeza era toda da minha cabeça, mas como evitar a tristeza da minha cabeça estando sempre tão solitária ?
A verdade é que preciso de todos, preciso tanto quanto precisava antes, talvez mais.
A vida ao lado das pessoas é mais feliz do que qualquer outra coisa, uma vida que quando aceitamos seus erros, se torna perfeita aos nossos olhos na presença de Deus.
A melhor coisa é ter em quem confiar, com quem conversar sobre tudo e sobre nada. Conversar por horas, sentir fome e não ligar, sentir sono e não querer domir, porque a vontade de estar ao lado da pessoa amada é maior que nossas necessidades naturais, porque a união, o amor é o mais perto que podemos chegar da magia. Com ele fazemos coisas que não acreditamos, coisas que na hora parecem tão normais mas depois se torna uma coisa extraordinária.
Idéias espetaculares apenas por um sorriso dessa pessoa, o que te faz tão bem, o que é tão certo.
Não pensamos mais em absolutamente nada, perdemos a noção de tudo e tudo o que importa é fazer uma pessoa feliz. Nos desesperamos quando ela não está bem.
Isso não é exatamente depender dela, mas digamos que dependemos da atitude de uma pessoa amada.
Um abraço, beijo, sorriso, olhar. Tudo conta, contanto que seja bom. Positivo.
