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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Humano.


Eu vejo tudo.
Um povo acorrentado.
As casas destruídas.
O terror ao meu lado.
Uma casa em construção.
Uma casa iluminada,
que me transmite paz.
Uma casa alagada.
E por último,
uma que admiro.
O meu caminho separado,
de um povo cego,
de uma plantação morta.
Ele não enxerga e não ouve.
A sua amizade só traz desilusão.
O seu amor é instável.
É aventureiro no mundo.
Ele tropeça incessantemente sem rumo.
E não há alegria que dure.
Ele é fundido e confundido.
Controlado como um boneco.
A sua lágrima não cessa de cair.
Sorri na rua feito um tolo.
Até suas roupas são sujas e vulgares.
Ele é sujo.
Ele decepciona.
É covarde.
Ele ou ela ?
Eles.
Estão por toda a parte.
Seu coração é de pedra.
Não perdoa nem esquece.
Seu caminho é um deserto seco.
Não aceita que o derrotem.
Eu vejo suas falhas,
seus erros.
E sua vida vazia.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Envolvente.

As águas me envolvem e eu me curo.
Minha armadura sai polida.
Mas tenho cuidado para não cair.
E manter o meu objetivo.
O meu medo não vence a minha fé.
E seguro as suas mãos, para nunca tropeçar.
As casas estão próximas,
mas são muito diferentes umas das outras.
Algumas estão firmadas na rocha e outras na areia.
Algumas na verdade são palácios e outras são apenas casas.
Os cômodos estão sendo feitos.
E tudo está sendo aperfeiçoado.
Eles tocam violão e cantam alegremente.
A vista é boa.
E o vento nunca derrubam a casa.
Os parentes estão sempre próximos.
E o mar nunca vai alcançar o palácio.
Depois de vencer a vitória no deserto.
Eles glorificam.
E a armadura brilha.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

No mar.

A tristeza bate na minha porta,
Ela quer entrar.
Eu resisto e sempre tento sorrir.
Mas as vezes eu baixo a guarda.
Admito que tenho muitas verdades a omitir.
E não vou mais fugir nem tentar me livrar.
Essa dúvida vai ficar morta.
A tristeza entrou bem armada.
Entrou para me ferir.
Mas eu estava preparada.
E joguei ela no mar.
Vou construir uma horta.
E plantar qualquer boa semente.
Não vou fraquejar.
As sementes se tornarão árvores frutíferas.
E nunca mais pensarei em desistir.
Eu alinho meus pensamentos com o pente.
Porque a tentação foi cremada.
Eu venci tudo até aqui, sem hesitar.
Passei pelo deserto e pelas feras.
Alegria, alegria.
É o que eu quero sentir.
Vou transformar, tantas vidas meras.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Fé!

"Ser Cristão é andar na contra mão do mundo. Porém, o mundo vicia, Cristo Liberta. O mundo contamina, Cristo Cura.  O mundo é guerra, Jesus é paz. O mundo é corrupto, Cristo purifica. O mundo acusa, Jesus perdoa. O mundo é ódio, Deus é amor. O mundo é depressão, Deus é alegria. O mundo é frágil, Deus é poder. 
- O caminho do mundo é largo e leva para o abismo. O caminho de Deus é estreito, mas leva á vida Eterna."
- Jhellen França







O que nos livra do mal ?
Tantos perdidos, um povo distante e sozinho.
As vezes bons e sempre ruins.
Cortam árvores, constroem a cruz.
A representação de nossas lutas, aflições, choro e lágrimas.
Povo rude! Povo sem luz. 
A representação da vergonha e da dor.
O povo se angustia.
As trevas dominam.
Só há uma coisa que nos separa disso tudo.
Só alguns tem a vitória.
O momento é difícil, cai a noite e ninguém mais enxerga nada. 
Muitos se perdem do caminho, e o povo fica cego, mudo e surdo.
Mas eu grito: Senhor, toca em mim agora. Eu preciso de Ti.
Sou criança de colo, sou dependente.
Eu tenho a marca da promessa que Ele me fez, e ninguém tirará.
Eu vejo tudo, tenho a luz, tenho Jesus.
Não me perco, meu destino já não é a morte.
É um povo que cai sabendo que se levantará.
É um povo separado, é um povo escolhido.
Meu coração engrandece ao Senhor, seu estandarte está sobre minha casa.
Tantos perdidos, tanta cruz Senhor!
Ajuda-me a trazer esse povo à sua luz.
Seja o Sol para eles, assim como é para comigo.
O Senhor é minha alegria, meu louvor, é o que me levanta, é o que me mantém.