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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

No mar.

A tristeza bate na minha porta,
Ela quer entrar.
Eu resisto e sempre tento sorrir.
Mas as vezes eu baixo a guarda.
Admito que tenho muitas verdades a omitir.
E não vou mais fugir nem tentar me livrar.
Essa dúvida vai ficar morta.
A tristeza entrou bem armada.
Entrou para me ferir.
Mas eu estava preparada.
E joguei ela no mar.
Vou construir uma horta.
E plantar qualquer boa semente.
Não vou fraquejar.
As sementes se tornarão árvores frutíferas.
E nunca mais pensarei em desistir.
Eu alinho meus pensamentos com o pente.
Porque a tentação foi cremada.
Eu venci tudo até aqui, sem hesitar.
Passei pelo deserto e pelas feras.
Alegria, alegria.
É o que eu quero sentir.
Vou transformar, tantas vidas meras.