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quinta-feira, 31 de março de 2011

Te desejo bem. E só.


Estou apenas descançando, descançando de ir e vir de longe para perto de você.
Deixe-me seguir. Permita-me crescer.
Já perdoei –lhe completamente, e confesso que não penso mais em nossas conversas, não dedico-me a você como sempre fiz.
E garanto que sempre oro por ti, para que fique bem, e que desejo fé e esperança. Ponto final e feliz.
Já me perdoei, já me desprendi, já não sinto tanto amor, o Sol – ele próprio – me fez como uma estrela de brilho eterno, e evaporou com minhas lágrimas. Entregou-me confiança e finalmente a paz absoluta.
A dor se foi. A época passou. Já não sinto o sereno do luar, já não me lembro do tanto ou quanto me amou, do tanto ou quanto mirou-me e sugou-me de forma fajuta.
Aquele que vende não tornará a possuir o que vendeu, ainda que esteja entre os brilhos e ladrilhos desta rua. A visão não tornará para trás sobre a multidão, nem ninguém mais iluminará sua vida com sua iniquidade crua.