Tenho tido muitas companhias. Meu sonhos lúcidos. Eles tem me tirado a concentração da realidade e me entristecido por comprovarem minha tese de que o mundo não é perfeito.
Tenho visitado meus sonhos ultimamente, fugido um pouco da imperfeição. Eles são meus refúgios agora, e não sei se os considero amigos, ou algo viciante que me faz ver mais imperfeição e querer mais aconchego a cada instante.
Tenho imaginado mais amor, mais compreensão, bons filmes, sorrisos, abraços, paciência, coisas desse tipo.
A vida já não é a mesma que a uma semana atrás, ou eu já não sou a mesma.
Os móveis ficam empoeirados, as pareder descascam e a televisão fala sosinha.
A vida ficou pela metade.
E a maior parte do tempo vou encontrar os sonhos suplicando por paz. É concebida a paz por um curto período.
Os sonhos já não são companheiros. São agora um vício, uma fuga da realidade dura.
Os móveis ficam empoeirados, as pareder descascam e a televisão fala sosinha.
A vida ficou pela metade.
E a maior parte do tempo vou encontrar os sonhos suplicando por paz. É concebida a paz por um curto período.
Os sonhos já não são companheiros. São agora um vício, uma fuga da realidade dura.
Eu não estou feliz. Mas isso não significa que eu não seja feliz a maior parte do tempo.

